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quarta-feira, 6 de julho de 2011

É o fim... MESMO?!

São exatamente 1:35 da madrugada e não consigo dormir.
Eis o motivo da minha insônia: o fim de "Harry Potter".
Porque tem que acabar?!
Nunca mais vou ter aquela sensação de espera por um filme?
Porque não há mais livros?
Porque cada ator vai para um lado?
Porque o Daniel Radcliffe não toparia fazer mais um filme?
Porque os fãs vão sofrer a dor da perda de uma etapa que é tão em importante na vida deles, na MINHA vida?
Tantos porquês, não é mesmo?
É que eu não sei a resposta para nenhuma das questões acima. Gostaria, mas não tenho.
Pra falar a verdadem acho que entendo o Dan: Foram onze anos com o mesmo papel, o mesmo assunto... a mesma magia.
Mas eu tenho certeza que todos vamos sentir falta. Ah, se vamos!
Harry... VOLTA?!

domingo, 3 de julho de 2011

Tô P da vida !

Outro dia, estava andando pela rua e vi algo que gostaria de esquecer.
Um garoto, mais ou menos da minha idade, estava pedindo dinheiro para almoçar.
É assim que quero ver os adolescentes desse país?
CADÊ A LADY GAGA, que em vez de dar aquela carne que ela usou como roupa para essas pessoas que não tem o que comer, resolveu deixar estragar e não faz nada pra ajudar as pessoas, que às vezes até cantam as músicas dela pela rua?
#FATO.
P.S: Olha só, se você gosta da "Lady" Gaga, respeito a sua opinião, mas pra mim ela não vale um saco de arroz.
(:

domingo, 19 de junho de 2011

Irmão;

EU TE AMO tanto quanto ao valor das estrelas do céu, te amo também o correspondente à cada gota de água dentro do oceano...
Porque quando a gente se apega a alguém, o AMOR que a gente deposita vai além da vontade de sumir quando você chora no meio da noite.
Suas gargalhadas compensam cada minuto de bagunça todos os espinhos que enfrentei até ver seu rostinho naquele lindo dia de setembro, onde suas mãozinhas tão pequenas acariciaram o rosto daquela que te ama tanto: sua irmã, eu.
É só estar perto de você que já me sinto feliz; seu sorriso, sua boa energia e sua presença me deixam tranquila, sua existência me faz cada vez melhor...
Agora, acordo todos os dias com o desafio de ser o motivo de seu orgulho,  um exemplo à ser seguido.
Sou feliz só por você existir. Agradeço à você por ter nascido e trazido ao meu mundinho mais cor, mais luz, mais alegria! ♥ Eu te amo muito, ARTHUR!




quarta-feira, 8 de junho de 2011

Rá, Tim, Bum! PECHE, PECHE, PECHE!

Aaain!!!!
Hoje toh em clima de FESTA!
Nosso Peche, meninas, está completando mais um ano de vida!!!
Parabéns pra ele, né?
Sabe o que é ruim? Não toh conseguindo acessar meu twitter pra desejar um "feliz cumpleaños" pra ele... =(
Mas ele vai sentir a minha energia e todo meu amor por ele, tenho certeza.  As minhas amigasdo twitter  estão fazendo com que ele se sinta mais especial do que ele já é!!!

Então... #HappyBDayPeche! @PECHE84  ♥


Beijos;
          Bruh.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sensações entre linhas

Sei de tudo o que minha dona sente. Ela divide cada emoção comigo: felicidades, angústias, amores... Não importa o dia, ela sempre escreve.
Tenho a obrigação de fazer com que ela se sinta bem, mesmo não podendo falar.
Ah, se ela pudesse me escutar!
Teria tantas coisas pra dizer...
E mesmo que não possamos ter a relação que ela  tem com as amigas, sei que o que ela conta pra mim é tão ou mais importante!
Tenho marcas de batom, rímel misturado  com as lágrimas que viraram frutos de lembranças amargas, papéis de bala, anúncios de dores de cabeça, poemas e músicas que tocam na alma da minha dona.
Sem contar as cartas de amigos... Ela é querida por todos!
Enfim, me sinto mais que satisfeito, pois sei que, futuramente, ela vai me pegar nas mãos e relembrar momentos e sensações que marcaram sua vida.
Esse sou eu: O DIÁRIO MAIS FELIZ DO MUNDO! ♥

sábado, 4 de junho de 2011

...O outro lado do baralho...

Como toda adolescente, fico imaginando como seria se eu fosse uma celebridade: Capas de revistas, programas de TV e muito, muuuuuuuito dinheiro.
Mas será que essa é a verdadeira fama?
Pare pra pensar: Vemos só um lado do baralho; nunca estamos 24 horas por dia com aquela cantora diva que você idolatra.
Você não vê que ela também tem problemas. Ela briga com os pais, sofre por amor. A vida dela não é um conto de fadas, como a gente pensa.
Olha só: Nosso artista favorito quase não consegue  andar pelas ruas, é fotografado em momentos constrangedores, não tem tempo de ficar com a família e sofre uma pressão DANADA por sempre ter que estar sarado, com a pele e os cabelos perfeitos e um belo sorriso no rosto. Detalhe: Não importa se ele for falso,o sorriso tem que  estar presente em cada foto e cada entrevista, para poder passar uma boa impressão pro público.
Eu, Bruna Marques, penso que a verdadeira fama não é a daquele artista que vende mais CDs ou que é mais reconhecida nas ruas, e sim a daquela que continua a mesma pessoa que era antes de ser TOP.
Mas onde eu quero chegar com essa ladainha toda?
Simples: Daríamos tudo para ter a fama que estes artistas têm... mas tenho certeza que eles também fariam qualquer coisa para poder tomar um sorvete na rua e não ser cercado por paparazzis. A fama tem seu lado bom, mas  também tem o ruim.
Pense nisso!!!
                         Beijo.

sábado, 21 de maio de 2011

Pare pra pensar!

Eu sei que a gente se acostuma.

Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.

A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.

Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma. ♥
                                                                                              
                                                                                                         (MARINA COLASANTI)